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Colecionador de taças, Lucho González marca o nome na história do Furacão

Créditos: Miguel Locatelli/Site Oficial

Não é todo dia que se recebe uma segunda chance na vida. No futebol, então, é ainda mais raro. Mas quinze anos depois, o meia Lucho González teve mais uma oportunidade e desta vez não deixou passar.

Em 2003, quando defendia o River Plate, da Argentina, ‘El Comandante’ ficou com o vice-campeonato da Conmebol Sul-Americana. Quinze anos depois, conquistou o objetivo e foi campeão com o Athletico Paranaense.

“É um sabor especial, sobretudo quando você perde um final. A chance de voltar a disputar uma final é muito difícil, e eu nunca imaginei que poderia ter essa possibilidade”, garantiu o camisa 3.

Mesmo com o currículo repleto de troféus, Lucho González precisava ampliar o número de taças e ter a Conmebol Sul-Americana na carreira. “É mais um título que vem para a conta e fico feliz em poder ficar para a história do Clube”, disse o argentino, que chegou à 26ª conquista na carreira.

O feito ficará para a história de Lucho González, ainda mais por ter sido o responsável em levantar a taça, após a vitória nos pênaltis contra o Junior Barranquilla. “Essa sensação é única. O grupo fica na história como o primeiro a conquistar um título continental e ter a chance de levantar a taça foi algo sensacional”, enfatizou.

 

Antes da conquista, o meia do Rubro-Negro havia renovado o contrato com o Furacão por mais uma temporada. Apesar dos 37 anos e de muita experiência no futebol, Lucho aprendeu muito em 2018 e quer levar tudo para a próxima temporada.

“O que não podemos deixar de fazer é trabalhar, mesmo quando os resultados não são os esperados. Fica essa lição, porque nos momentos em que os resultados não eram os esperados, continuamos trabalhando”, afirmou.

Além dos jogos da decisão, outra partida da temporada foi marcante para Lucho González. Em agosto, quando crescia no Campeonato Brasileiro, o Furacão recebeu o Flamengo, que brigava pelo título da competição, e não deu chances para o time carioca.

“Depois da Copa do Mundo, fomos muito fortes dentro de casa. Um jogo que eu gostei muito foi contra o Flamengo. O Flamengo brigava pelos primeiros lugares e por ser 11h, com o estádio lotado, fazendo 3 a 0 em 20 minutos, foi um jogo que nos deu muita confiança”, finalizou o argentino.

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Jhonatam Moro
5 meses

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Temos o general Thiago Heleno e o comandante Lucho Gonzalez